TRE-PB: afastamento de Edvaldo Neto não é eleitoral
Tribunal afirma validade da eleição suplementar em Cabedelo
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, afirmou nesta terça-feira (14) que o afastamento do prefeito Edvaldo Neto da administração de Cabedelo não decorreu de decisão da Justiça Eleitoral e declarou válida a eleição suplementar realizada no domingo (12). A posição foi divulgada após a deflagração da Operação Cítrico, conduzida pela Polícia Federal com apoio do Gaeco do Ministério Público e da Controladoria‑Geral da União (CGU), que levou ao afastamento do gestor.
O TRE‑PB informou que os possíveis efeitos da medida na esfera eleitoral, incluindo a diplomação do prefeito eleito, dependerão de análise específica da Justiça Eleitoral e só serão apreciados pela autoridade competente mediante provocação judicial formal. Nesta terça, o senador Efraim Filho (PL) informou que o partido já protocolou três ações eleitorais contra a chapa de Edvaldo Neto e pretende apresentar pedido para impedir a expedição do diploma, cuja emissão está prevista para ocorrer até o dia 28 de maio.
