Comércio de Campina Grande teme impacto da jornada
Microempresários reagem à proposta de redução da jornada
A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campina Grande apontou que aproximadamente 60% das empresas do comércio varejista local têm menos de dez empregados. Com essa predominância de micro e pequenas lojas, proprietários do setor demonstraram descontentamento em relação à proposta de redução da jornada de trabalho, manifestação que também foi direcionada ao governo Lula. O levantamento da CDL indica que a composição do quadro de pessoal é central na reação dos microempresários à iniciativa.
Segundo a CDL, a presença majoritária de estabelecimentos com quadro reduzido explica a indisposição do segmento diante da proposta; os microempresários consideram que a proposta de nova jornada de trabalho representa uma mudança que afeta diretamente a estrutura do varejo local. A entidade ressalta a necessidade de atenção ao perfil das empresas na avaliação de propostas que mexam com regras laborais, destacando a posição do comércio de Campina Grande no debate. O tema tem mobilizado o segmento local.
